sexta-feira, abril 14, 2006

Sistema de combate a incêndios vai ser apresentado na Lousã

Uma nova tecnologia de combate a incêndios, que permite aos bombeiros criar uma área de superfície de água 50 vezes superior a uma auto-bomba convencional, vai ser apresentada na próxima segunda-feira na Lousã.

A apresentação e teste dos equipamentos terá lugar no auditório do Centro de Operações e Técnicas Florestais, às 15:00, seguindo-se um simulacro de incêndio no aeródromo municipal, onde funciona um pólo do Centro de Formação da Escola Nacional de Bombeiros.

Concebida pela empresa alemã AFT (Advanced Firefighting Technology GmbH), a nova tecnologia foi desenvolvida a partir da indústria aeroespacial, tendo sido posteriormente adoptada e aperfeiçoada para o combate aos fogos.

"Os novos equipamentos permitem uma primeira intervenção mais decisiva, mais eficaz e com menos recursos, utilizando aerodinâmica avançada e aplicações da engenharia de fluxos e misturas de água e ar comprimido", explicou a AFT em comunicado.

Segundo a empresa alemã, "esta tecnologia permite criar uma área de superfície de água 50 vezes superior a uma auto bomba convencional, resultando num rápido arrefecimento da zona", explicando que "a névoa gerada expande-se 1640 vezes, tornando inerte a atmosfera em torno do fogo".

"Os equipamentos que vão ser testados são ideais para permitir uma resposta rápida e eficaz dos bombeiros, um dos pilares para solucionar o drama dos incêndios em Portugal", sublinha a AFT.

Segundo o fabricante, a unidade Modular de Ar Comprimido (APM) incorpora um sistema de atomização para água nebulizada e espuma com ar comprimido para combate a incêndio.

O sistema é modular e pode ser ampliado, dependendo das necessidades do cliente. Devido à tecnologia própria utilizada, este sistema combinado é 10 vezes mais potente do que a maioria dos produtos da categoria mais competitiva.

Com um peso de 200 Kg, este sistema de pulverização permite enviar um "spray" de 60º a uma distância de 6-7 metros e um jorro até aos 17-18 metros, com um tempo de operação de até 300 segundos usando o caudal máximo.

Sistema de 400 litros em viatura todo o terreno
O mesmo fabricande dispõe de sistemas com 400 litros de água montados em viaturas todo o terreno ligeiras, que podem ainda transportar outros equipamentos e uma tripulação de dois elementos, capazes de serem usadas como unidades de intervenção rápida.

Sendo bem vindas, estas novas tecnologias podem deslumbrar alguns, mas não pode fazer esquecer que o problema dos incêndios florestais é estrutural e não depende apenas da sofisticação dos equipamentos disponíveis.

Aliás, em Portugal os gastos com os incêndios são particularmente elevados e os resultados não acompanham estes investimentos, razão pela qual, não esquecendo a importância do progresso tecnológico, se deve olhar mais longe.

Retirado de Verão Verde

terça-feira, abril 11, 2006

Ao amigo Birras...

Relativamente à notícia divulgada por um órgão de comunicação social, na qual afirma que os Voluntários recebem 70 milhões de euros por ano, a APBV – Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários vem, pelo presente, informar:

Julgamos um absurdo e extremamente inflacionados os valores divulgados. Feitas as contas corresponde a uma despesa média de 32.500 contos por Corpo de Bombeiros. A APBV conhecendo a realidade de muitas Associações, e a crise financeira que muitas delas atravessam, questiona como seria possível gastarem-se tais montantes só para pagamento de ordenados?

Sem querer pôr em causa este prestigiado órgão de comunicação social, gostaria que me apresentassem os dados em que se basearam para divulgarem tais valores.

É verdade que as Associações detentoras dos Corpos de Bombeiros têm bombeiros remunerados. Esses bombeiros não são profissionais. São, sim, bombeiros voluntários ASSALARIADOS. Apesar de serem assalariados, pertencem aos quadros dos Corpos de Bombeiros e depois da hora de trabalho, prestam serviço voluntário no seu corpo de bombeiros.

Se assim não fosse, então os Corpos de Bombeiros Voluntários passariam de Voluntários a Mistos. Com isto quero dizer que existem Corpos de Bombeiros Municipais Mistos, ou seja, têm elementos que são bombeiros PROFISSIONAIS e bombeiros voluntários.

A APBV entende que se querem partir para a profissionalização dos bombeiros, que o façam. Será excelente para os nossos directores porque deixarão de se preocupar em operarem verdadeiros milagres financeiros, dormirão as noites descansados e, muitos deles, deixarão de ser fiadores dos empréstimos bancários contraídos pelas suas Associações.

Apesar das associações terem de contraírem empréstimos bancários não significa que não exista boa gestão financeira. Se as associações o fazem é por uma razão muito simples: O Estado e a maioria das autarquias não apoiam devidamente as Associações e os próprios Bombeiros Voluntários. Com toda esta polémica que tem sido levantada, alguém já interrogou os autarcas, a ANMP e o próprio Estado se estão dispostos a suportar o custo para serem detentores de um Corpo de Bombeiros Profissional no seu município?

Já foram feitas bem as contas do quanto custaria ao Estado, às autarquias e aos bolsos dos contribuintes (convém não esquecer que nós elementos da APBV e Bombeiros Voluntários também somos contribuintes) a profissionalização dos bombeiros? Estranho imenso as notícias que ultimamente têm sido divulgadas.

E estranho mais quando estamos a pouco mais de um mês do início da Fase Alfa (15 de Maio). Na minha opinião o Governo tem de tomar medidas sobre tudo o que se está a passar. Digo isto por uma razão muito simples: Tem de se dignificar, incentivar, acarinhar e apoiar os Bombeiros Voluntários de Portugal.

Os milhares de Homens e Mulheres que prestam um serviço gratuito à comunidade e ao Estado, sem nada lhes pedir em troca e, mais grave, em alguns casos perdem as suas próprias vidas no cumprimento da sua missão.

Lamentavelmente, isto não está acontecer.

Com tudo o que se está a passar, está-se sim a denegrir a imagem dos Bombeiros Voluntários e, quem sabe, a tentarem aniquilar o voluntariado em Portugal.

Saudações Humanitárias

O Presidente
Paulo Jesus

Ser Bombeiro não é o que fazemos, é o que somos!

Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários

domingo, abril 09, 2006

Bombeiros Voluntários de Viseu não se entendem sobre futuro comandante, Diário de Viseu.

O regresso de João Marques ao comando dos Bombeiros Voluntários de Viseu "dificilmente acontecerá", um cargo que ocupou antes de ter liderado o Comando Operacional de Socorro (COS) de Viseu.

Depois da sua saída deste organismo, voltou a colocar-se a hipótese de reassumir o anterior cargo, mas o nosso Jornal sabe que algumas das pessoas dos lugares de topo dos Bombeiros Voluntários são contra esta possibilidade.

Uma reunião na terça-feira à noite entre a direcção da Associação e as chefias serviu para discutir este assunto, mas a maioria terá rejeitado o regresso de João Marques.

Fonte disse ao nosso Jornal que no comando foram "criados alguns anti-corpos" relativamente ao anterior coordenador distrital do COS, mas que também a "luta pelo comando" parece não ter fim. Para "quem vier de fora é uma guerra e de dentro todos querem" (o lugar), salientou a mesma fonte.

Há cerca de um ano que a corporação é comandada interinamente por Carlos Sousa, altura em que assumiu o cargo deixado vago por Vítor Santos que assumiu a liderança por poucos meses. Há quem defenda que o comandante deve continuar a ser Carlos Sousa.

A direcção da Associação deverá dentro de uma semana escolher quem vai comandar os Bombeiros Voluntários de Viseu.

Diário de Viseu

sexta-feira, abril 07, 2006

Epá e tal GNR`s Pá e Tal….


Vou deixar aqui a minha modesta e insignificante opinião em relação aos Grupos para Primeira Intervenção da Guarda Nacional Republicana…
A primeira intervenção a um incêndio florestal tem sem dúvida demasiada importância… È dela que vai depender directamente o desenvolvimento do incêndio.
Na minha opinião, para esta primeira intervenção todos são poucos, nunca a menos sempre mais…
Sendo assim, acho que nos devemos empenhar num trabalho conjunto, mostrando o nosso profissionalismo e experiência de anteriores anos.
Não vale a pena entrarmos em guerrilhas desnecessárias porque nunca temos meios a mais para uma primeira intervenção, antes pelo contrário, temos notado uma velocidade de propagação muito rápida para a resposta dos meios.
O facto de a formação ter sido dada a GNR`s penso que terá sido apenas para aproveitar recursos humanos já existentes, o que não acho errado.
Penso que se trabalharmos em conjunto vamos conseguir atingir bons objectivos…
Como já disse é apenas a minha opinião, gostava de saber as vossas…

Cumprimentos…

terça-feira, abril 04, 2006

Fogos já ameaçam florestas do Centro

O fogo destruiu ontem áreas florestais de vários concelhos dos distritos de Coimbra e Viseu, revelando sinais do que será a época de incêndios. O caso mais grave ocorreu em Cantanhede e as autoridades suspeitam que teve origem criminosa.

Em Viseu houve casos em Tarouca, Almaça (Mortágua), Adiça (Tondela), Travanca de Bodiosa (Viseu), Águas Boas (Sátão), Canas de Santa Maria (Tondela), Carregal do Sal, Ariz (Moimenta da Beira) e Barroncal (Lamego).

César Fonseca, coordenador do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil em Viseu, disse que os focos de incêndio em mato e floresta foram extintos rapidamente pelos bombeiros. Em comparação com o ano passado, nos meses de Fevereiro e Março houve menos incêndios e menor área ardida, devido à chuva das últimas semanas.

Pouco optimista, César Fonseca afirma: “Tudo aponta que vai ser outro ano terrível, pois prevê-se falta de água para o pico do Verão.”

(Excerto da noticia publicada no Correio da Manhã.)

Mensagem de telemóvel provoca demissões, no JN.

A direcção da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu perdeu, no passado fim-de-semana, o secretário técnico e o tesoureiro, no âmbito de uma polémica relacionada com uma mensagem de telemóvel, disse, ontem, o presidente daquele organismo. Na assembleia-geral realizada sábado à noite, foi aprovada por maioria a demissão do secretário técnico da Federação, Alexandre Borges (comandante dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim), e aceite o pedido de demissão do tesoureiro, Eduardo Boloto (presidente dos Bombeiros de Salvação Pública de S.Pedro do Sul).

Rebelo Marinho contou à Lusa que, "na noite em que se soube que João Marques ia ser substituído no comando distrital de bombeiros, o comandante de Canas de Senhorim enviou-lhe uma mensagem, que supostamente era para ser anónima, mas acabou por o não ser, manifestando satisfação pela sua saída e dizendo-lhe para ir chorar nos ombros dos seus lacaios". "João Marques reencaminhou a mensagem aos comandantes do distrito, que interpretaram que o nome lacaios lhes era dirigido, uma vez que tinham defendido a sua continuação", acrescentou.

Quando começou a ser veiculada a possibilidade de João Marques ser substituído por César Fonseca (comandante dos bombeiros de Vila Nova de Paiva), 28 dos 33 comandantes do distrito exigiram a sua manutenção no cargo e deram conta da sua posição ao presidente do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil. De fora ficaram os comandantes de Penalva do Castelo, Sátão, Vila Nova de Paiva, Canas de Senhorim e Tondela.

Rebelo Marinho considerou que Alexandre Borges enviou a mensagem de telemóvel enquanto comandante dos bombeiros de Canas de Senhorim e não na condição de membro da direcção da Federação e, por isso, decidiu não tomar posição. No entanto, admite que esta situação "caiu mal" e que os outros comandantes de bombeiros se "sentiram ofendidos com o teor da mensagem". Um grupo deles, apresentou uma moção na reunião de sábado a pedir a demissão de Alexandre Borges, que foi aprovada por maioria. Insatisfeito por a Federação não ter tomado antes posição sobre esta mensagem, o presidente dos Bombeiros de S.Pedro do Sul, Eduardo Boloto, tinha também já pedido a sua demissão do cargo de tesoureiro, que foi aceite no sábado. O cargo de director técnico passará a ser ocupado pelo comandante de Nelas e o de tesoureiro pelo comandante do Sátão.

sábado, abril 01, 2006

Juvebombeiro


A Liga dos Bombeiros Portugueses, com o apoio da Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos e da Associação dos Bombeiros Voluntários de Arruda dos Vinhos, organiza no próximo dias 8 de Abril, o VIII Encontro Nacional da Juvebombeiro. O encontro terá lugar no Pavilhão Multiusos.
Prevê-se para o encontro a participação de 400 jovens bombeiros de todo o País para promover o debate e a partilha de ideias/experiências vividas por estes no domínio das suas actividades como bombeiros.

No distrito de Viseu, tive conhecimento que a Delegada Anabela em articulação com a LBP conseguiu um autocarro bem como alojamento para que a deslocação se faça na Sexta-Feira.
Agradeço à delegada e apelo à participação de todos os jovens do distrito…

Cumprimentos

Tesoureiro critica presidente da federação dos bombeiros, no Jornal do Centro...

As recentes polémicas em torno da nomeação do novo comandate distrital operacional dos bombeiros chegaram ao seio da federação que congrega as 33 corporações do distrito de Viseu. O tesoureiro da Federação dos Bombeiros do Distrito de Viseu (FBDV), Eduardo Boloto, está demissionário, em divergência com o presidente da estutrutura, Rebelo Marinho.
Eduardo Boloto lamenta que a “mensagem baixíssima” que o comandante dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim (BVCS) endereçou ao anterior comandante distrital, João Marques, não tenha merecido mais que o silêncio de Rebelo Marinho. O comandante dos BVCS, Alexandre Borges, que é secretário técnico da FBDV, remeteu uma mensagem via telemóvel (SMS) a João Marques, em que apelidava de “lacaios” os subscritores de um abaixo-assinado que reclamava a permanência em funções do então comandante distrital.
“Esperei que Rebelo Marinho se manifestasse” contra o teor da mensagem do membro da FBDV - alega Eduardo Boloto, que é presidente do Corpo Voluntário de Salvação Pública de S. Pedro do Sul. “A federação é o sindicato dos bombeiros”.
O tesoureiro demissionário anuncia novidades para a próxima assembleia geral da FBDV, já amanhã, 1 de Abril, embora não as revele publicamente. Certeza assumida é a de que o pedido de demissão se mantém até à altura da reunião.
Rebelo Marinho, embora admita que “não mandava” a mensagem polémica a João Marques, argumenta que Alexandre Borges o fez “na qualidade de comandante dos BVCS e não de membro da FBDV”. O presidente da FBDV escusa-se, por isso, a comentar o teor da SMS e afirma lamentar “sempre” que um mandato não seja cumprido até ao fim, numa crítica implícita a Eduardo Boloto, tesoureiro da federação “há dois meses”, num mandato de três anos.
ed. 211, 31 de Março de 2006

terça-feira, março 28, 2006

Rádio Boa Nova...

Bombeiros de Viseu em crise nos 120 anos de vida

A Associação Viseense de Bombeiros Voluntários (AVBV), comemorou ontem 120 anos de vida, numa altura em que a crise financeira preocupa tudo e todos. Faltam meios e melhores equipamentos. Por ocasião do aniversário, o presidente da direcção, Alfredo Ribeiro Gonçalves, queixou-se dos incumpridores, daqueles que devem e não pagam.

As despesas extraordinárias, referentes à época de fogos do ano passado, ainda não foram pagas. E são cerca de 50 mil euros. E o trabalho prestado aos hospitais já não é pago também desde Agosto de 2005.

Os fornecedores estão sempre a protestar, querem receber, mas a Associação Viseense não tem como lhes pagar. Por outro lado os encargos com as inspecções periódicas obrigatórias às viaturas são outro peso para os bombeiros de Viseu.

Ao lado das preocupações do dirigente está o presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu, Rebelo Marinho, que esteve na mesa de honra das comemorações dos 120 anos da AVBV, e onde sublinhou que as dívidas aos bombeiros já começam a ser insustentáveis e os atrasos escandalosos.

segunda-feira, março 27, 2006

E porque me chegou por e-mail e eu não pretendo qualquer tipo de censura passo a publicar:

Excelência, como o sitio web que V.Exa. "orienta" não permite postagens, acrescento em baixo contributo singular para a carreira dos senhores Pedro Alfredo no bombeiral. Cada vez mais um modo de ganhar a vida e cada vez menos uma opção de vida. Se V.Exa. o publicasse toda a gente o entenderia e ninguém nos processaria.
Á consideração do seu sábio entendimento.
Citando Amadeu Araujo:


O ceguinho, o xiripiti e o Alfredinho





Tem gajos que só se sabem lamentar e chorar. Tipos como o Alfredo, não o Alfredinho. Tipos que em 120 anos de «camurças», ao invés de apregoarem à mais alta estima e consideração, zumba no ceguinho e no choradinho. Tipos que na festa dos 120 anos sabem correr para o hotel, mas são incapazes de zelarem para que os homens, comem farta e abundantemente!!! Tipos que nem sequer cuidam do xiripiti! Da arnica, se a D. Olinda fosse viva e servisse camaradas no primeiro andar. Caramelos, em cujo gabinete ele é mini-bar, descodificador de tv cabo, computadores, ecran gigante, eu sei lá!!! Tipos como o Alfredo, que deixam a corporação semanas a fio sem sistema de alerta e chamada de efectivos. Tipos que deixam o Alfredinho morrer (e ele havia lá 25 de Março sem a adega do Alfredinho?) e nem cuidam de apregoar a dor, conquanto o Alfredinho tinha amigos, não estes paraquedistas que substituíram a Micas por uma sandes na cave!!! E depois, estes nababos, estes gajos que já serviram a protecção publica, vêm com o choradinho porque não têm tacho!!! E zumba no governo que não me voltou a dar emprego. Fode-te Alfredo, tu, o teu hotel, a tua mota e o teu choradinho. Ou como disse o Américo, dinheiro há, está é mal aplicado. Ou como disse o meu tio, na sua primeira aparição pública, foram estes que me fizeram para o fogo… Tá tá tá tá!!! Fogo! Fogo! Fogo!





PS: Padrinho, amei ver a mão da Fatinha de volta ao serviço….

Com os melhores cumprimentos
Amadeu Araujo

(Já agora caro Amadeu se pretender fazer publicações envie-me novamente um e-mail, faço logo o retorno com um convite. cumprimentos)