sexta-feira, abril 07, 2006

Epá e tal GNR`s Pá e Tal….


Vou deixar aqui a minha modesta e insignificante opinião em relação aos Grupos para Primeira Intervenção da Guarda Nacional Republicana…
A primeira intervenção a um incêndio florestal tem sem dúvida demasiada importância… È dela que vai depender directamente o desenvolvimento do incêndio.
Na minha opinião, para esta primeira intervenção todos são poucos, nunca a menos sempre mais…
Sendo assim, acho que nos devemos empenhar num trabalho conjunto, mostrando o nosso profissionalismo e experiência de anteriores anos.
Não vale a pena entrarmos em guerrilhas desnecessárias porque nunca temos meios a mais para uma primeira intervenção, antes pelo contrário, temos notado uma velocidade de propagação muito rápida para a resposta dos meios.
O facto de a formação ter sido dada a GNR`s penso que terá sido apenas para aproveitar recursos humanos já existentes, o que não acho errado.
Penso que se trabalharmos em conjunto vamos conseguir atingir bons objectivos…
Como já disse é apenas a minha opinião, gostava de saber as vossas…

Cumprimentos…

terça-feira, abril 04, 2006

Fogos já ameaçam florestas do Centro

O fogo destruiu ontem áreas florestais de vários concelhos dos distritos de Coimbra e Viseu, revelando sinais do que será a época de incêndios. O caso mais grave ocorreu em Cantanhede e as autoridades suspeitam que teve origem criminosa.

Em Viseu houve casos em Tarouca, Almaça (Mortágua), Adiça (Tondela), Travanca de Bodiosa (Viseu), Águas Boas (Sátão), Canas de Santa Maria (Tondela), Carregal do Sal, Ariz (Moimenta da Beira) e Barroncal (Lamego).

César Fonseca, coordenador do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil em Viseu, disse que os focos de incêndio em mato e floresta foram extintos rapidamente pelos bombeiros. Em comparação com o ano passado, nos meses de Fevereiro e Março houve menos incêndios e menor área ardida, devido à chuva das últimas semanas.

Pouco optimista, César Fonseca afirma: “Tudo aponta que vai ser outro ano terrível, pois prevê-se falta de água para o pico do Verão.”

(Excerto da noticia publicada no Correio da Manhã.)

Mensagem de telemóvel provoca demissões, no JN.

A direcção da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu perdeu, no passado fim-de-semana, o secretário técnico e o tesoureiro, no âmbito de uma polémica relacionada com uma mensagem de telemóvel, disse, ontem, o presidente daquele organismo. Na assembleia-geral realizada sábado à noite, foi aprovada por maioria a demissão do secretário técnico da Federação, Alexandre Borges (comandante dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim), e aceite o pedido de demissão do tesoureiro, Eduardo Boloto (presidente dos Bombeiros de Salvação Pública de S.Pedro do Sul).

Rebelo Marinho contou à Lusa que, "na noite em que se soube que João Marques ia ser substituído no comando distrital de bombeiros, o comandante de Canas de Senhorim enviou-lhe uma mensagem, que supostamente era para ser anónima, mas acabou por o não ser, manifestando satisfação pela sua saída e dizendo-lhe para ir chorar nos ombros dos seus lacaios". "João Marques reencaminhou a mensagem aos comandantes do distrito, que interpretaram que o nome lacaios lhes era dirigido, uma vez que tinham defendido a sua continuação", acrescentou.

Quando começou a ser veiculada a possibilidade de João Marques ser substituído por César Fonseca (comandante dos bombeiros de Vila Nova de Paiva), 28 dos 33 comandantes do distrito exigiram a sua manutenção no cargo e deram conta da sua posição ao presidente do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil. De fora ficaram os comandantes de Penalva do Castelo, Sátão, Vila Nova de Paiva, Canas de Senhorim e Tondela.

Rebelo Marinho considerou que Alexandre Borges enviou a mensagem de telemóvel enquanto comandante dos bombeiros de Canas de Senhorim e não na condição de membro da direcção da Federação e, por isso, decidiu não tomar posição. No entanto, admite que esta situação "caiu mal" e que os outros comandantes de bombeiros se "sentiram ofendidos com o teor da mensagem". Um grupo deles, apresentou uma moção na reunião de sábado a pedir a demissão de Alexandre Borges, que foi aprovada por maioria. Insatisfeito por a Federação não ter tomado antes posição sobre esta mensagem, o presidente dos Bombeiros de S.Pedro do Sul, Eduardo Boloto, tinha também já pedido a sua demissão do cargo de tesoureiro, que foi aceite no sábado. O cargo de director técnico passará a ser ocupado pelo comandante de Nelas e o de tesoureiro pelo comandante do Sátão.

sábado, abril 01, 2006

Juvebombeiro


A Liga dos Bombeiros Portugueses, com o apoio da Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos e da Associação dos Bombeiros Voluntários de Arruda dos Vinhos, organiza no próximo dias 8 de Abril, o VIII Encontro Nacional da Juvebombeiro. O encontro terá lugar no Pavilhão Multiusos.
Prevê-se para o encontro a participação de 400 jovens bombeiros de todo o País para promover o debate e a partilha de ideias/experiências vividas por estes no domínio das suas actividades como bombeiros.

No distrito de Viseu, tive conhecimento que a Delegada Anabela em articulação com a LBP conseguiu um autocarro bem como alojamento para que a deslocação se faça na Sexta-Feira.
Agradeço à delegada e apelo à participação de todos os jovens do distrito…

Cumprimentos

Tesoureiro critica presidente da federação dos bombeiros, no Jornal do Centro...

As recentes polémicas em torno da nomeação do novo comandate distrital operacional dos bombeiros chegaram ao seio da federação que congrega as 33 corporações do distrito de Viseu. O tesoureiro da Federação dos Bombeiros do Distrito de Viseu (FBDV), Eduardo Boloto, está demissionário, em divergência com o presidente da estutrutura, Rebelo Marinho.
Eduardo Boloto lamenta que a “mensagem baixíssima” que o comandante dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim (BVCS) endereçou ao anterior comandante distrital, João Marques, não tenha merecido mais que o silêncio de Rebelo Marinho. O comandante dos BVCS, Alexandre Borges, que é secretário técnico da FBDV, remeteu uma mensagem via telemóvel (SMS) a João Marques, em que apelidava de “lacaios” os subscritores de um abaixo-assinado que reclamava a permanência em funções do então comandante distrital.
“Esperei que Rebelo Marinho se manifestasse” contra o teor da mensagem do membro da FBDV - alega Eduardo Boloto, que é presidente do Corpo Voluntário de Salvação Pública de S. Pedro do Sul. “A federação é o sindicato dos bombeiros”.
O tesoureiro demissionário anuncia novidades para a próxima assembleia geral da FBDV, já amanhã, 1 de Abril, embora não as revele publicamente. Certeza assumida é a de que o pedido de demissão se mantém até à altura da reunião.
Rebelo Marinho, embora admita que “não mandava” a mensagem polémica a João Marques, argumenta que Alexandre Borges o fez “na qualidade de comandante dos BVCS e não de membro da FBDV”. O presidente da FBDV escusa-se, por isso, a comentar o teor da SMS e afirma lamentar “sempre” que um mandato não seja cumprido até ao fim, numa crítica implícita a Eduardo Boloto, tesoureiro da federação “há dois meses”, num mandato de três anos.
ed. 211, 31 de Março de 2006

terça-feira, março 28, 2006

Rádio Boa Nova...

Bombeiros de Viseu em crise nos 120 anos de vida

A Associação Viseense de Bombeiros Voluntários (AVBV), comemorou ontem 120 anos de vida, numa altura em que a crise financeira preocupa tudo e todos. Faltam meios e melhores equipamentos. Por ocasião do aniversário, o presidente da direcção, Alfredo Ribeiro Gonçalves, queixou-se dos incumpridores, daqueles que devem e não pagam.

As despesas extraordinárias, referentes à época de fogos do ano passado, ainda não foram pagas. E são cerca de 50 mil euros. E o trabalho prestado aos hospitais já não é pago também desde Agosto de 2005.

Os fornecedores estão sempre a protestar, querem receber, mas a Associação Viseense não tem como lhes pagar. Por outro lado os encargos com as inspecções periódicas obrigatórias às viaturas são outro peso para os bombeiros de Viseu.

Ao lado das preocupações do dirigente está o presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu, Rebelo Marinho, que esteve na mesa de honra das comemorações dos 120 anos da AVBV, e onde sublinhou que as dívidas aos bombeiros já começam a ser insustentáveis e os atrasos escandalosos.

segunda-feira, março 27, 2006

E porque me chegou por e-mail e eu não pretendo qualquer tipo de censura passo a publicar:

Excelência, como o sitio web que V.Exa. "orienta" não permite postagens, acrescento em baixo contributo singular para a carreira dos senhores Pedro Alfredo no bombeiral. Cada vez mais um modo de ganhar a vida e cada vez menos uma opção de vida. Se V.Exa. o publicasse toda a gente o entenderia e ninguém nos processaria.
Á consideração do seu sábio entendimento.
Citando Amadeu Araujo:


O ceguinho, o xiripiti e o Alfredinho





Tem gajos que só se sabem lamentar e chorar. Tipos como o Alfredo, não o Alfredinho. Tipos que em 120 anos de «camurças», ao invés de apregoarem à mais alta estima e consideração, zumba no ceguinho e no choradinho. Tipos que na festa dos 120 anos sabem correr para o hotel, mas são incapazes de zelarem para que os homens, comem farta e abundantemente!!! Tipos que nem sequer cuidam do xiripiti! Da arnica, se a D. Olinda fosse viva e servisse camaradas no primeiro andar. Caramelos, em cujo gabinete ele é mini-bar, descodificador de tv cabo, computadores, ecran gigante, eu sei lá!!! Tipos como o Alfredo, que deixam a corporação semanas a fio sem sistema de alerta e chamada de efectivos. Tipos que deixam o Alfredinho morrer (e ele havia lá 25 de Março sem a adega do Alfredinho?) e nem cuidam de apregoar a dor, conquanto o Alfredinho tinha amigos, não estes paraquedistas que substituíram a Micas por uma sandes na cave!!! E depois, estes nababos, estes gajos que já serviram a protecção publica, vêm com o choradinho porque não têm tacho!!! E zumba no governo que não me voltou a dar emprego. Fode-te Alfredo, tu, o teu hotel, a tua mota e o teu choradinho. Ou como disse o Américo, dinheiro há, está é mal aplicado. Ou como disse o meu tio, na sua primeira aparição pública, foram estes que me fizeram para o fogo… Tá tá tá tá!!! Fogo! Fogo! Fogo!





PS: Padrinho, amei ver a mão da Fatinha de volta ao serviço….

Com os melhores cumprimentos
Amadeu Araujo

(Já agora caro Amadeu se pretender fazer publicações envie-me novamente um e-mail, faço logo o retorno com um convite. cumprimentos)

sábado, março 25, 2006

No site do MAI...


E agora?
Vamos todos às compras?

Bombeiros Voluntários de Viseu fazem 120 anos


A Associação Viseense de Bombeiros Voluntários está a assinalar 120 anos. Uma data que vai ser comemorada com diversas iniciativas durante o fim-de-semana e que arranca hoje à noite com a oitava edição da Grande Noite de Fados.

Para amanhã, logo pelas 8h30m decorrerá a alvorada com a formatura da companhia no quartel. Depois será celebrada uma missão também na sede da Associação.
No domingo, os festejos do aniversário começam às 9 horas com uma romagem ao cemitério, seguindo-se a sessão solene com a inauguração e bênção de uma viatura "moto quatro" de apoio à equipa de Mergulhadores e com a imposição de medalhas ao corpo activo. As cerimónias terminam com uma homenagem às pessoas com mais de 50 anos de associados.

Diário Regional de Viseu

No jornal de noticias...

Nota de esclarecimento e reflexão sobre bombeiros


Arecente polémica relativa às alterações efectuadas na estrutura de alguns comandos distritais de Operações e Socorro revestiu-se, no caso concreto do distrito de Viseu, de um tom de ligeireza, imprecisão ou desconhecimento de aspectos determinantes, que merecem um breve esclarecimento.

Relativamente aos comentários recém-publicados em órgãos da Comunicação Social, em que fui directamente visado, lamento ter de dizer que quem os proferiu demonstrou em primeiro lugar não entender as virtudes de serem acrescentadas mais-valias à estrutura do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil, resultando, aliás, numa evolução que me parece correcta e inevitável, do sucedido nos últimos anos, em que os centros de prevenção e detecção de incêndios (CPD) apoiaram com informação específica a tomada de decisão do CDOS, nomeadamente na época dos incêndios florestais.

A minha experiência de coordenador do CPD do Distrito de Viseu, trabalhando no mesmo espaço físico e em ligação com o comandante operacional distrital e restantes elementos do CDOS, torna para mim claro que os objectivos que nos norteiam de uma actuação fundamentada, em nome da eficácia e operacionalidade só serão atingidos com o trabalho multifacetado de uma equipa em prol de uma unidade de comando.

Cingindo-me a uma visão técnica, parece-me evidente que um Comando de Operações e Socorro não pode depender apenas de um único elemento, por maiores que sejam as suas capacidades e competências. Deste modo, é óbvio que estará mais habilitado à coordenação e comando, se integrado nessa estrutura existir também um trabalho de retaguarda na forma de Sistemas de Informação Geográfica, concretamente ao nível cartográfico, ocupação do solo - combustíveis florestais, infra-estruturas florestais (rede viária, rede divisional e pontos de água) e meteorologia e outros aspectos do binómio fogo/floresta.

Só assim se poderá nesta matéria evoluir, tirando partido da informação e técnicas que hoje podem ser disponibilizadas, ajudando a decidir de forma mais fundamentada, sob pena de ano após ano se manterem os modos de ponderação e consequentemente de decisão. Em segundo lugar, lamento também que tais afirmações evidenciem nesses elementos com responsabilidade no comando que as normas de bom senso, respeito e boa educação não são apanágio da sua formação.

Felizmente que tendo o privilégio de conhecer pessoalmente grande parte dos elementos de comando e chefia de bombeiros do distrito, os quais me merecem toda a consideração, seja por ter sido formador em acções de formação a eles dirigidas sobre a Circunscrição de Incêndios Florestais - O fogo controlado, seja pelas participações tidas nas reuniões das comissões municipais da Defesa da Floresta Contra Incêndios, ou mesmo no encontro em teatro de operações, me levam a pensar que os comentários acusatórios proferidos são de alguém que não me conhecendo tão-pouco terá a legitimidade para o fazer.

Acrescentarei que a minha formação pessoal, assente em valores como a seriedade e a transparência, a minha formação habilitacional de licenciatura e mestrado nas Ciências Florestais e a minha experiência profissional de mais de uma década dedicado sobretudo aos incêndios florestais, em vertentes tão diferentes como a do planeamento e prevenção, ou o da formação complementar em níveis diversos dos Sapadores Florestais à docência no Ensino Superior na área específica do Controle de Fogos Florestais, me deixam à vontade para que transparentemente o meu curriculum possa ser confrontado por quem o desejar.

* esteve indicado para 2.º comandante do Centro Distrital de Operações e Socorro de Viseu, o que motivou críticas de alguns comandantes de bombeiros, acabando por não tomar posse por decisão própria.